INGD
  • Institucional
    • Historial
    • Biografia
    • Atrib. e Competências
    • Organigrama
    • Conselho de Direcção
  • Publicações
    • Políticas e Estratégias
    • Plano de Contigência
    • Legislação
      • Leis
      • Decretos
        • Manual de Procedimentos Administrativos e Financeiros
    • Relatórios
      • Épocas Chuvosas
    • IV Conselho Consultivo
  • Imprensa
    • Noticias
    • Boletim Informativo
    • Comunicados
    • Anúncios
    • Adjudicação
    • Eventos
    • Galeria
    • Vídeos
  • Fundo de Gestão de Calamidades
    • O que é FGC
    • Relatórios de Contas
  • Programas
  • Fale Connosco
  • Institucional
    • Historial
    • Biografia
    • Atrib. e Competências
    • Organigrama
    • Conselho de Direcção
  • Publicações
    • Políticas e Estratégias
    • Plano de Contigência
    • Legislação
      • Leis
      • Decretos
        • Manual de Procedimentos Administrativos e Financeiros
    • Relatórios
      • Épocas Chuvosas
    • IV Conselho Consultivo
  • Imprensa
    • Noticias
    • Boletim Informativo
    • Comunicados
    • Anúncios
    • Adjudicação
    • Eventos
    • Galeria
    • Vídeos
  • Fundo de Gestão de Calamidades
    • O que é FGC
    • Relatórios de Contas
  • Programas
  • Fale Connosco
INGD
  • Institucional
    • Historial
    • Biografia
    • Atrib. e Competências
    • Organigrama
    • Conselho de Direcção
  • Publicações
    • Políticas e Estratégias
    • Plano de Contigência
    • Legislação
      • Leis
      • Decretos
        • Manual de Procedimentos Administrativos e Financeiros
    • Relatórios
      • Épocas Chuvosas
    • IV Conselho Consultivo
  • Imprensa
    • Noticias
    • Boletim Informativo
    • Comunicados
    • Anúncios
    • Adjudicação
    • Eventos
    • Galeria
    • Vídeos
  • Fundo de Gestão de Calamidades
    • O que é FGC
    • Relatórios de Contas
  • Programas
  • Fale Connosco
  • Institucional
    • Historial
    • Biografia
    • Atrib. e Competências
    • Organigrama
    • Conselho de Direcção
  • Publicações
    • Políticas e Estratégias
    • Plano de Contigência
    • Legislação
      • Leis
      • Decretos
        • Manual de Procedimentos Administrativos e Financeiros
    • Relatórios
      • Épocas Chuvosas
    • IV Conselho Consultivo
  • Imprensa
    • Noticias
    • Boletim Informativo
    • Comunicados
    • Anúncios
    • Adjudicação
    • Eventos
    • Galeria
    • Vídeos
  • Fundo de Gestão de Calamidades
    • O que é FGC
    • Relatórios de Contas
  • Programas
  • Fale Connosco
Prevenção
Início » Prevenção

Prevenção

O que é um CLGRD?

É um grupo formado por 18 pessoas da mesma aldeia, Povoação, Localidade, Posto Administrativo que se dedica, voluntariamente, a actividades no âmbito da Gestão do Risco de Desastres.

Quando é que se forma um CLGRC?

  • O CLGRD é formado muito antes de acontecer um Desastre, através de uma análise local e participativa do risco tendo em conta os eventos históricos.
  • Para um funcionamento eficaz do CLGRD é fundamental a articulação com o governo local.

Missão do Comité
Organizar-se para orientar a comunidade a desenvolver acções de Prevenção, Mitigação e Prontidão para fazer face às calamidades.

Função do Comité
Junto com a comunidade, identificar as ameaças existentes localmente para desenho e implementação de actividades de prevenção, preparação e resposta.

Estrutura

O Comité Local de Gestão de Risco de Desastres (CLGRD) deve ter uma estrutura que permita garantir um processo participativo, com capacidade na tomada de decisões e acções no processo de GRD.
O comité deve ter um plano de acção para melhor responder as necessidades de comunidade e os seus membros devem Participar activamente em todas as actividades.
O Plano de acção é constituido por: histórico dos eventos ocorridos, planos de prevenção prontidão e mitigação, mapa de recursos, mapa de risco.

Perfil dos membros de CLGRC

  • Pessoas voluntárias (que estejam disposta a trabalhar sem nenhuma remuneração);
  • Pessoas respeitadas na comunidade e pelas autoridades comunitárias;
  • Pessoas dinâmicas, criativas, motivadores, pro-activas e solidárias;
  • Com conhecimento dos problemas da sua comunidade ou região.

Estrutura do CLGRC:

Coordenador
Coordenador – Adjunto

7 grupos de trabalho:

  • Responsável do Kit;
  • Escuta pela Rádio;
  • Aviso Prévio;
  • Evacuação;
  • Busca e Resgate;
  • Abrigo;
  • Gestão de informação e Avaliação de Danos e Necessidades – ADAN;

Comités Existentes em Moçambique

Realização de Simulações

Simulação é um exercício realizado anualmente pelas delegações provinciais do INGC para avaliar o nível de prontidão dos comités perante a ocorrência de um evento extremo.
Este exercício deve ser realizado sempre antes da época chuvosa.

Exemplo de Simulações Realizadas

ProvínciaTipo de simulaçãoNúmero de comités envolvidos
Maputo ProvínciaCheias e Ciclones10
ZambéziaCheias12
SofalaCheias e ciclones8
GazaCheias15
InhambaneCiclones7

SAP – Sistema de Aviso Prévio

O sistema de aviso prévio (SAP) é todo um conjunto de instrumentos que visam alertar, com antecedência, à população sobre a ocorrência dum fenómeno que pode provocar danos humanos e materiais.

SAP comunitário é aquele em que a comunidade intervém activamente na gestão do sistema (recolha, analise e divulgação de dados sobre precipitação e do nível dos rios) e é um elemento importante para a redução de risco de calamidades pois, quando ocorre um desastre, geralmente são as comunidades que tem a grande responsabilidade de dar a primeira resposta antes da situação de emergência.

O objectivo primordial do sistema de aviso prévio comunitário que o INGC tem vindo a desenvolver, é capacitar as pessoas e as comunidades para que respondam de maneira oportuna e adequada aos perigos/ameaças com o fim de reduzir o risco de morte e danos materiais.

Para que sejam eficazes, os alertas não só devem ter uma base científica e técnica sólida, mas também devem centrar-se principalmente nas comunidades expostas ao risco. Em casos de ameaças meteorológicos e hidrológicos, o INAM e a DNGRH, são actores essenciais no desenvolvimento de informações credíveis de aviso de fenómenos.

O alerta/aviso num sistema de aviso prévio comunitário tem que ser:

a) compreendido claramente pelas pessoas;

b) facilmente acessíveis as pessoas;

c) oportuna e vinculada a medidas a tomar pelas pessoas antes, durante e depois do evento.

Para construir a resiliência ao nível da comunidade através de SAP comunitário completo e eficaz é fundamental tomar em conta quatro elementos inter-relacionados:

  1. Conhecimento de risco que enfrentam;
  2.  Uma vigilância técnica e um serviço de alerta;
  3.  Difusão de alerta claros para aqueles que estão em risco;
  4. Capacidade Local para responder frente ao alerta recebido;

Qualquer nó de estrangulamento que ocorra em qualquer dos elementos acima mencionados poderá resultar na falha de todo o sistema.

As comunidades estão expostas e são vulneráveis aos riscos resultantes de várias ameaças. É importante que os próprios membros da comunidade estejam cientes desses riscos e vulnerabilidades.

Uma das formas de desenvolver essa tomada de consciência e entendimento no seio da comunidade é mediante a avaliação do risco e através de exercícios do risco para ajudar a definir prioridades em termos das ameaças que devem merecer a atenção do sistema de alerta prévio e orientar as actividades de preparação para a resposta, bem como a prevenção do desastre.

Ao mesmo tempo devem ser envidados esforços para apoiar a evolução dos mecanismos de monitoramento e alerta tradicionais e garantir a sua adaptação aos contextos e ameaças em constante evolução.

Quando as comunidades locais usam tecnologia acessível para fazer o rastreio de algumas ameaças, tais como o nível do rio, os medidores dos índices da precipitação, elas podem monitorar as ameaças e recorrerem a etapas simples previamente acordadas para iniciar os alertas. Estes podem até servir para alimentar sistemas de monitoramento de maior envergadura.

O alerta/aviso tem de chegar as comunidades/populações que estão em risco. São essenciais mensagens claras que contenham informações simples e úteis de modo a permitir respostas adequadas e atempada, que ajudarão a salvaguardar vidas e meios de subsistência.

É necessária a utilização de múltiplos canais de comunicação (ex. radio, televisão, sirenes, sinos, megafones, etc) para garantir que o maior número de pessoas possíveis seja alertado, de modo a evitar a falha de qualquer canal, e reforçar a mensagem de alerta.

É essencial que as comunidades, respeitem os serviços de alerta. As comunidades precisam de saber como reagir quando receberem avisos dos serviços de alerta. Isso deve ser o resultado de actividades de educação e preparação para a resposta realizada com a comunidade (ex. revitalização de CLGRC, simulações, etc). Nos últimos anos, a DPM tem vindo a potenciar as bacias hidrográficas do Limpopo, Búzi, Save, Licungo, e Messalo de meios tecnológicos (estações climatológicas, escalas hidrométricas convencionais e comunitárias, sensores comunitários, rádios de comunicação e recentemente com sirenes electronicas) que actuam na redução de risco e preparação de desastres, com o objectivo de proteger as pessoas, seus meios de vida expostos a perigos.

Sirenes Electrónicas

Sirenes electrónicas são amplificadoras electrónicas potentes dos sinais sonoros, à semelhança dos amplificadores nos sistemas áudio privados. No entanto, trabalham com potências muito mais altas e devem cumprir requisitos específicos em relação à extrema fiabilidade exigida e a modos diferentes de comando. Os altifalantes destes amplificadores estão situados em sono-flectores de desenho especial e tocam os sinais na memória digital da sirene ou os sinais conduzidos à sirene das fontes externas – microfone, telefone, estação de rádio, emissão de televisão normal.

Foram instalados em 2018, 4 sistemas de sirenes electrónicas, nomeadamente:

  1. Em Lionde, Distrito de Chokwé;
  2. Na Cidade Baixa de Xai-Xai;
  3. Em Chilaulene, na Cidade de Xai-Xai;
  4. Em Maniquenique, Distrito de Chibuto.
  • Cada sirene tem: 150W:
  • 8x150W=1200W.
  • Alcance: 3km de voz
  • 18km de alarme

55dB – Conversa normal a 2m.

Fig. 1 Sirene Electrónica

Sensores de Alerta Comunitário

Um sensor é um dispositivo capaz de detectar/captar acções ou estímulos externos e responder em consequência. Estes aparelhos podem transformar as grandezas físicas ou químicas em grandezas eléctricas, ou seja, tem a capacidade de detectar a subida do nível da água no rio, dependo do ajuste do sensor durante a instalação, acciona um alarme sonoro acompanhado por um sinalizador luminoso para alertar a comunidade local sobre eventual calamidade.

Fig 2: Sensor de Alerta Comunitário
Fig 3: Composição de Sensor de Alerta

Locais Onde Foram Montados Sensores e Escalas – 2020

NB: Importa salientar que as Bacias Hidrográficas de Save, Limpopo, Licungo e Messalo foram instalados sensores de alerta comunitário nos anos 2017 e 1019, no entanto, dado o período longo ou extensivo do ano de instalação conjugado com a manutenção preventiva dificultaria ou quase que inexistentes os mesmos equipamentos encontram-se num estado obsoleto, ou seja, inoperacionais estando a carecer de uma manutenção correctiva ou mesmo de instalação de novos sensores melhorados (GEOSAP PLUS).

Comités Locais

Simulações

Prognóstico

Conselho de Direcção

Presidente

Luísa Celma Meque

Vice Presidente

Gabriel Belém Monteiro

Emergência

Ligue: 82 0000022/55
Ou 21 477211/13

Linha Verde
823441

Alerta

Portal do Governo
MAEFP
INAM
WEBCMRS

Temperatura

Cidade Máxima (°C) Mínima (°C) Clima
INGD

Instituição

Historial
Biografia
Organigrama
Conselho de Direcção
Notícias
Vídeos

Fale Connosco

Endereço: Rua Gare de Mercadorias, nº 690,
Av. das FPLM, Maputo – Moçambique
Email: [email protected]
Cell: +258 82 000 00 22/55
Tell: +258 21

  • Facebook
  • YouTube
Copyright © 2020 - Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres. Todos os Direitos Reservados
Scroll to top